Sexta-Feira 13

Uma abordagem à euforia vivida no pós-25 de Abril e a muito do que constitui o lado negro da sociedade. São grandes os temas da vida que aqui se levantam e cruzam; que a todos toca e que bem espelham momentos da vida dos X&P.
O enredo começa e acaba com o encontro de dois amigos de longa data. Pelo meio, a história do que aconteceu naquela sexta feira, 13, e as suas implicações durante algum tempo depois. O tempo passa e vinte anos depois, o reencontro. Didi, assim como Tozé (os dois amigos que se reencontram), conseguiram alcançar os seus sonhos. Tozé é jornalista em Londres e Didi tem a sua própria banda! O dia do reencontro, é o dia do lançamento do novo álbum de Didi: Sexta-feira, 13. "É preciso aceitar e conviver pacificamente com o que aconteceu".
No final, o reencontro é total. Ao sabor do som "Sexta-feira, 13" ressuscitam Calado e Molas, que se unem aos fisicamente presentes .
Um musical a ver "com bons ouvidos"!!! No Toyota Box
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Sob encenação de António Feio, e promovido pela UAU - Produção de Ideias, a alma de Sexta-feira 13 são os Xutos e Pontapés, a mais antiga banda de rock portuguesa, que continua a atrair gerações! Na base de todo o espectáculo, a discografia de Xutos. Podemos ouvir temas que atravessam a existência da banda, desde "Mãe" até ao "Mundo ao Contrário".
Não há palcos, não há bancada para a plateia, não há uma separação linear entre o público e a acção. Um espectáculo a ser visto em pé (embora hajam cadeiras para os mais cansados, ou com menos vigor nas pernas), como se de um concerto se tratasse. Nós, público, vemo-nos assim no meio da acção, envolvidos pela mesma, obrigados a deslocar o olhar (e o corpo) conforme o movimento dos actores.
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